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Cirurgia Torácica

O desenvolvimento de técnicas inovadoras é uma das principais características do Serviço de Cirurgia Torácica. Os profissionais, com especialização pela Associação Médica Brasileira, criaram procedimentos específicos, como a cirurgia de simpatectomia, que elimina o problema da hiper-hidrose, e a toracotomia posterior com preservação de músculos, uma abordagem cirúrgica inédita que será um dos capítulos do primeiro Atlas Mundial de Técnica Operatória em Cirurgia Torácica, com publicação em três idiomas.

A equipe é especialista em cirurgia redutora do volume pulmonar, utilizada em casos selecionados de enfisema, fazendo do Monte Sinai referência e o hospital que mais opera esses casos em Minas Gerais. Funcionando 24 horas, o serviço dispõe de equipamentos modernos, como videobroncofibroscopia, broncoscópio rígido pediátrico e adulto, além de esofagoscópio. Os profissionais estão aptos a realizar pequenas cirurgias, como toracotomia com biópsia pulmonar em pacientes graves, traqueostomia, drenagem de tórax, toracocentese, acesso venoso profundo e broncoscopia. Entre as de grande porte, os destaques são rececções pulmonares (lobectomia, seguementectomias, pneumectomias), receções de tumores de mediastino e cirurgias vídeotoracoscópicas.

Up-grade nas cirurgias de simpatectomia

Um avanço em cirurgias de simpatectomia (para tratamento do suor excessivo), a ventilação apnéica, que leva oxigênio direto aos pulmões, é adotada com sucesso pelos profissionais do Hospital Monte Sinai.

Indicada em casos emergenciais, em pacientes de UTIs, para avaliação de morte cerebral, na simpatectomia a ventilação apnéica assegura fluxo adequado de oxigênio no organismo sem movimentação dos pulmões, o que reduz a chance de lesão de estruturas nobres.

A utilização da ventilação apnéica facilita a cauterização dos troncos simpáticos e aumenta a confiabilidade da operação e seus resultados. Além disso, não há acúmulo de gás carbônico nem queda dos níveis de oxigênio no corpo durante a cirurgia (10 a 15 minutos).

Toracotomia com o mínimo de anestesia

A equipe de Cirurgia Torácica do Monte Sinai vem aperfeiçoando uma nova técnica para realização de toracotomia mínima diagnóstica, quando indicada para pacientes graves com risco respiratório. Procedimento rotineiro para realização de biópsia de pulmão, a toracotomia, usualmente, requer anestesia geral. Para minimizar riscos, os especialistas têm adotado como prática inicial uma sedação leve, com prévia anestesia peridural torácica. A partir daí, o paciente é monitorado pelo anestesiologista, sob respiração espontânea.

A toracotomia é realizada em Centro Cirúrgico, com uma pequena incisão para retirada de fragmento do pulmão. Esse é encaminhado para análise no serviço de Anatomia Patológica. O diagnóstico vai determinar o procedimento seguinte para tratar diversos tipos de doença, como tuberculose, doenças fúngicas ou medicamentosas, pneumocistose (que acometem pacientes imunossuprimidos) e outras. A equipe já descreve dois casos de sucesso, ajustando a condição dos pacientes até um nível mínimo necessário de anestesia, e espera realizar novos procedimentos antes de padronizá-lo com total segurança.

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