Escolher um hospital quase nunca é uma decisão simples. Em muitos casos, ela acontece em momentos de insegurança — quando sintomas inesperados aparecem ou quando um diagnóstico difícil já pesa na rotina da família. Por isso, ter fontes confiáveis que ajudem a comparar qualidade e segurança faz diferença.
Em 2026, esse tipo de orientação se torna ainda mais importante porque o número de hospitais no mundo é enorme. E, segundo a própria Statista, o setor segue crescendo, o que amplia as opções e também a complexidade de decidir.
Ranking “World’s Best Hospitals 2026”: como ele funciona
O ranking World’s Best Hospitals 2026, publicado pela Newsweek em parceria com a Statista, é uma das referências globais mais citadas quando o assunto é reputação e desempenho hospitalar.
Nesta edição, 2.530 hospitais foram classificados no total (sétima edição do ranking, conforme a própria metodologia informada), e a lista global não inclui hospitais especializados. Ou seja: o foco é comparar hospitais com atuação mais ampla, o que torna a disputa ainda mais relevante para instituições gerais que querem provar excelência consistente.
A avaliação considera, de forma resumida, quatro grandes pilares:
• Recomendações de especialistas (médicos, gestores e profissionais de saúde)
• Métricas de qualidade hospitalar
• Dados de experiência do paciente
• PROMs (Patient-Reported Outcome Measures), questionários padronizados que capturam a percepção do paciente sobre bem-estar funcional e qualidade de vida.
Além disso, a edição 2026 teve atualização metodológica, com maior peso para métricas de qualidade e inclusão/ajustes de dados de acreditação, segurança e experiência em diferentes países.
Por que esse tipo de reconhecimento é um diferencial?
Rankings não substituem uma avaliação médica individual, mas servem como termômetro de consistência. Quando uma instituição aparece bem posicionada em uma metodologia baseada em múltiplas fontes (especialistas + indicadores + experiência), isso costuma sinalizar três coisas que o paciente valoriza:
• segurança assistencial e qualidade de processos
• capacidade de entregar cuidado com padrão previsível
• compromisso com melhoria contínua, porque métricas tendem a “punir” estagnação
Para um hospital como o Monte Sinai, a leitura mais importante é: o ranking reforça o papel de confiança e transparência como parte do cuidado, não apenas como comunicação institucional.
O Hospital Monte Sinai integra o seleto grupo de instituições privadas de Minas Gerais reconhecidas no Latin America’s Top Private Hospitals & Clinics 2026, publicação da revista Newsweek em colaboração com a Statista, referência global em inteligência de dados e pesquisa de mercado. Entre mais de mil instituições avaliadas, apenas 153 alcançaram destaque, e o Monte Sinai está entre elas.
Excelência em Oftalmologia: foco em resultados
Na segunda edição do levantamento, que avalia desempenho em especialidades de ortopedia e oftalmologia, o Monte Sinai se sobressaiu entre os principais prestadores privados da região em duas cirurgias oftalmológicas avaliadas:
Cirurgia de catarata
Cirurgia refrativa ocular
O reconhecimento reforça a qualidade assistencial, a segurança do paciente e a atuação de equipes altamente especializadas, apoiadas por tecnologia de ponta e protocolos atualizados.
Como o ranking é construído
A metodologia do estudo combina critérios independentes e complementares para aferir qualidade e experiência do paciente:
Recomendações de pares médicos: sondagem online internacional com especialistas latino‑americanos.
Acreditações e certificações: evidências de conformidade com padrões rigorosos de qualidade e segurança.
Avaliações no Google: indicador da percepção e experiência do paciente.
Implementação de PROMs (Patient‑Reported Outcome Measures): resultados clínicos reportados diretamente pelos pacientes.
A combinação desses pilares oferece uma visão equilibrada entre reputação médica, processos de qualidade e desfechos que realmente importam para o paciente.
Compromisso contínuo com qualidade e inovação
Estar entre os melhores da América Latina é um marco que reafirma o compromisso do Hospital Monte Sinai com:
Excelência clínica baseada em evidências;
Inovação tecnológica aplicada ao cuidado;
Resultados superiores e mensuráveis, com foco na experiência e nos desfechos do paciente.
Esse desempenho consolida o Monte Sinai como referência em cuidados oftalmológicos de alta complexidade em Minas Gerais, ampliando o acesso a tratamentos seguros e eficazes.
O que isso significa para nossos pacientes
Para quem confia sua saúde ao Monte Sinai, o reconhecimento internacional traduz-se em:
Mais segurança em cada etapa do cuidado;
Protocolos atualizados e centrados no paciente;
Desfechos consistentes, acompanhados por indicadores e PROMs.
Ser apontado pela Newsweek/Statista no ranking Latin America’s Top Private Hospitals & Clinics 2026 confirma que o Hospital Monte Sinai combina competência médica, estrutura de excelência e foco em resultados, um padrão que nos move diariamente a oferecer um cuidado que transforma vidas.
O Hospital Monte Sinai reafirma seu compromisso com a excelência ao trazer para Juiz de Fora o sistema Pixee. Trata-se de uma tecnologia de realidade aumentada de última geração, projetada para elevar o nível de precisão em cirurgias de prótese de joelho.
Com o uso de óculos especiais durante o procedimento, o cirurgião visualiza dados digitais projetados diretamente sobre o campo cirúrgico, unindo o que há de mais avançado em ciência da computação à habilidade humana.
O que é o Pixee e como ele transforma a cirurgia?
O Pixee funciona como um sistema de GPS cirúrgico em tempo real. Por meio de óculos de realidade aumentada, o médico recebe informações exatas sobre o alinhamento dos componentes da prótese e do membro do paciente durante o ato operatório.
Diferente de sistemas antigos e volumosos, o Pixee é compacto e garante total autonomia ao cirurgião. Essa precisão milimétrica é fundamental para que a prótese seja instalada no ângulo perfeito, respeitando a anatomia individual de cada paciente.
Os benefícios para o paciente
A escolha por uma cirurgia assistida por realidade aumentada oferece vantagens significativas para quem busca retomar sua rotina:
• Alinhamento superior: a precisão nos cortes e no posicionamento da prótese reduz o desgaste precoce do material.
• Resultados mais naturais: o equilíbrio perfeito dos ligamentos e do eixo da perna proporciona uma sensação de movimento mais natural após a recuperação.
• Segurança reforçada: fornece a capacidade de conferência imediata dos dados, permitindo que o cirurgião valide cada etapa da cirurgia.
Tecnologia que valoriza o cirurgião
No Monte Sinai, acreditamos que a tecnologia deve servir ao talento humano. O Pixee não substitui a experiência do seu médico; ele a potencializa. O cirurgião mantém o controle total do procedimento, utilizando os dados da realidade aumentada para refinar sua técnica, aumentar a reprodutibilidade e garantir o melhor resultado possível.
Inicialmente, este recurso será utilizado em procedimentos de joelho, pela equipe dos cirurgiões Samuel Lopes, Igor Reis, Vinícius Motta e Cláudio Bernardes, oferecendo aos nossos pacientes a segurança de serem operados com o que há de mais moderno no cenário ortopédico mundial.
Em um marco para a enfermagem brasileira, o Hospital Monte Sinai, localizado em Juiz de Fora (MG), foi recertificado com o Selo da Qualidade do Conselho Federal de Enfermagem (COFEN) nesta segunda-feira (19). A instituição atingiu 83,4% de conformidade nos critérios avaliados pelo Comitê Técnico de Certificação da Qualidade (CTCQ), confirmando sua excelência em práticas assistenciais e segurança do paciente. A entrega foi feita em cerimônia oficial conduzida pelo Conselho no auditório do Hospital Monte Sinai, no dia 19 de janeiro.
O processo de avaliação
A recertificação, concedida a instituições que alcançam pelo menos 75% de conformidade, envolve uma análise rigorosa dos pilares fundamentais da enfermagem. Entre os aspectos avaliados estão a segurança do paciente, gestão da qualidade, processos estruturados de cuidado, desenvolvimento profissional, boas práticas assistenciais e gerenciais, além da integração multiprofissional. Cada critério exige comprovação prática e compromisso institucional com a ética e a evidência científica.
Esta é a segunda vez que o Monte Sinai recebe o reconhecimento, após a certificação inicial em 2022. O resultado reflete um trabalho coletivo e contínuo da equipe de enfermagem, que inclui técnicos, enfermeiros, líderes, gestores e preceptores, apoiados por outras áreas da instituição.
Vozes da conquista
Durante a cerimônia, a enfermeira responsável técnica Karina Ferraz destacou o empenho diário da equipe: “Esse reconhecimento é resultado do trabalho diário, do engajamento e da responsabilidade de toda a equipe de Enfermagem, que mantém o foco na excelência assistencial, na segurança do paciente e na melhoria contínua dos processos.”
A conselheira do COFEN, Lisandra Caixeta de Aquino, enfatizou o papel do Selo como instrumento de incentivo à excelência: “A certificação busca assegurar que os serviços de Enfermagem sejam prestados dentro dos mais rigorosos padrões técnicos, éticos e legais, promovendo a melhoria contínua e a valorização dos profissionais da Enfermagem no Brasil.”
Já o diretor-geral José Marino parabenizou o corpo de enfermagem pela centralidade no atendimento: “Temos uma equipe que nunca perdeu o foco na entrega de valor. Estamos orientados para uma assistência segura, de qualidade e para a entrega de resultados. Sabemos da importância de todo o time multiprofissional, mas quem está ali todos os dias, cuidando diretamente dos pacientes, é a Enfermagem.”
Impacto e próximos passos
A certificação não apenas valida a qualidade dos serviços prestados pelo Monte Sinai, mas também reforça o compromisso com o Sistema Único de Saúde (SUS) na região que está sendo ampliado em novos procedimentos como os da área de transplantes, já realizado com o de medula óssea e fígado e, em breve, de rins, com o recente credenciamento conquistado pelo Monte Sinai junto ao Ministério da Saúde. Instituições como essa servem de exemplo para o fortalecimento da enfermagem nacional, incentivando a qualificação permanente e a humanização do cuidado, referenciam os representantes do Cofen.
O Hospital Monte Sinai, em Juiz de Fora, apresenta mais um grande avanço na Medicina de ponta e em seus tratamentos ortopédicos: a implantação do programa de Transplante de Tecido Musculoesquelético. Essa inovação representa uma nova chance de recuperação e qualidade de vida para pacientes que enfrentam desafios complexos de mobilidade.
O que é o Transplante de Tecido Musculoesquelético e para quem ele é indicado?
O Transplante de Tecido Musculoesquelético é um procedimento de alta complexidade que envolve a substituição de ossos, ligamentos, tendões, cartilagens ou meniscos danificados por tecidos saudáveis provenientes de um doador. Ele é frequentemente considerado como um recurso de última instância quando outros tratamentos não foram eficazes ou quando a perda tecidual é significativa.
As indicações para este tipo de transplante são amplas e podem incluir:
• Lesões ligamentares complexas: recorrências ou danos extensos a múltiplos ligamentos, muitas vezes resultantes de traumas de alta energia.
• Lesões tendinosas graves: grande perda de substância do tendão, retração irreversível ou degeneração extensa impedindo reparo.
• Perdas ósseas: causadas por fraturas graves, remoção de tumores ósseos ou revisões de próteses articulares.
• Deformidades congênitas: correções que necessitam de suporte ósseo adicional.
Com este arsenal terapêutico adicional, buscamos restaurar a função, reduzir a dor e devolver a autonomia aos nossos pacientes, permitindo que retomem suas atividades diárias com mais conforto e segurança.
Segurança e credenciamento: a confiança que você merece
A segurança do paciente é a nossa prioridade máxima. O Hospital Monte Sinai JF recebeu o credenciamento do Ministério da Saúde, um reconhecimento que atesta nossa capacidade e conformidade com os mais rigorosos padrões para a realização desse tipo de transplante. Nossa equipe de médicos ortopedistas, altamente qualificada e credenciada, está preparada para atuar em diversas frentes da disciplina, oferecendo um atendimento de excelência.
Atuamos como hospital transplantador, o que significa que, embora não sejamos um centro de captação, somos responsáveis por todo o processo cirúrgico e acompanhamento pós-operatório. Para garantir a qualidade e a segurança dos tecidos, utilizamos material proveniente do conceituado Banco de Tecidos Musculoesqueléticos do INTO (Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia) do Rio de Janeiro. O INTO é uma referência nacional, com processos rigorosos de captação, processamento e distribuição, assegurando alta compatibilidade biológica e minimizando riscos.
Como funciona o processo no Monte Sinai?
A jornada do paciente começa com uma triagem e indicação cuidadosa realizada pelos nossos médicos credenciados. Após uma consulta detalhada, exames específicos e avaliações completas, o tecido necessário (tendão, cartilagem, osso ou menisco) é solicitado ao INTO, considerando o tamanho e outras especificidades do paciente.
Quando o tecido se torna disponível, a cirurgia é programada em nosso hospital. Todo esse processo foi auditado e aprovado, confirmando a plena capacidade do Monte Sinai em participar deste programa vital.
Uma nova era de tratamento ortopédico em Juiz de Fora.
A introdução do Transplante de Tecido Musculoesquelético no Hospital Monte Sinai marca uma nova era no tratamento ortopédico da região, sendo o único hospital em toda a Zona da Mata com esse recurso disponível. Estamos comprometidos em oferecer as melhores e mais avançadas opções terapêuticas, sempre com foco na recuperação e no bem-estar integral de nossos pacientes. Conte com a expertise de nossa equipe e a infraestrutura do Monte Sinai para um cuidado que inspira confiança e transforma vidas.
Conheça nossa equipe de médicos credenciados:
Joelho:
Dr. Igor Reis
Dr. Samuel Lopes
Dr. José Leonardo Rocha
O Hospital Monte Sinai celebra a participação da Dra. Ana Claudia Venancio, Eletrofisiologista do Serviço de Arritmias, é a única brasileira que participou como revisora da diretriz mundial sobre upgrades e downgrades de dispositivos cardíacos eletrônicos implantáveis, como marcapassos, desfibriladores (CDIs) e multissítios.
A publicação acontece em todos os “papers” de importância para a área e na sua elaboração, o documento reúne especialistas de sociedades internacionais (européia, canadense, asiática, americana e latinoamericana). Seu foco é a segurança, planejamento, avaliação de risco-benefício e decisão compartilhada.
Entre os revisores, a Dra. Ana Claudia Venancio, representando a LAHRS (traduzindo, Sociedade Latino Americana de Arritmia Cardíaca), o que evidencia sua contribuição para a discussão científica em nível global. Dra. Ana também é Diretora Científica da Galileo Medical Research.
O que o consenso aponta:
Indicação sempre individualizada: o consenso reforça que decisões de upgrade ou downgrade devem considerar estado clínico, comorbidades, fragilidade, expectativa de vida, riscos do procedimento e preferências do paciente.
Decisão compartilhada como eixo central: recomenda estruturar o processo com conversa clara, alinhamento de objetivos terapêuticos e registro de preferências, especialmente em cenários de maior complexidade e em mudanças de metas de cuidado.
Planejamento pré-procedimento é determinante: planejamento e contingência, incluindo avaliação de acesso venoso e, quando indicado, uso de imagens cardíacas para suportar a decisão e reduzir riscos.
Procedimentos de upgrade/downgrade tendem a ser mais complexos do que implantes iniciais: há destaque para a necessidade de expertise técnica, avaliação criteriosa de estratégias de acesso, e decisões sobre manejo de eletrodos de forma personalizada e segura.
Prevenção de infecção e abordagem multidisciplinar: foca a relevância de estratégias de redução de risco infeccioso e reforça o papel de equipes multidisciplinares, principalmente em pacientes com maior risco e em reintervenções.
Imagine receber um diagnóstico que muda tudo: tetraplegia permanente após um acidente de trânsito. Para Bruno Drummond, de 31 anos, essa foi a realidade há alguns anos. O que parecia o fim de uma vida ativa transformou-se em um novo começo graças a um tratamento experimental com polilaminina, uma inovação da ciência brasileira que está redefinindo os limites da medicina regenerativa. Hoje, Bruno volta a caminhar, provando que a esperança, aliada à pesquisa científica, pode reescrever destinos.
Essa narrativa não é apenas uma história individual de resiliência; ela reflete o impacto de avanços em terapias com células-tronco e biomateriais, que estão beneficiando milhares de pessoas ao redor do mundo. E no Hospital Monte Sinai, em Juiz de Fora (MG), acompanhamos de perto essa transformação, destacando o papel crucial de instituições como essa na vanguarda da inovação médica estando vocacionados a ser um dos centros de Terapia Celular Avançada em breve e tendo, atualmente, o primeiro Centro de Coleta de Células-Tronco de Minas Gerais.
Vamos mergulhar nos detalhes dessa jornada, explorando o tratamento, os bastidores da pesquisa e o futuro promissor da medicina regenerativa.
O acidente que mudou tudo: o diagnóstico de Bruno Drummond
Tudo começou com um acidente de trânsito comum, mas devastador. Bruno, um jovem de 31 anos cheio de planos para o futuro, sofreu lesões graves na medula espinhal, resultando em tetraplegia, uma condição em que o movimento e a sensibilidade dos quatro membros são comprometidos. O prognóstico inicial era sombrio: “Cadeira de rodas para sempre”.
A tetraplegia ocorre quando há dano na medula espinhal, interrompendo os sinais nervosos entre o cérebro e o corpo. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), acidentes de trânsito são uma das principais causas de lesões medulares no Brasil, afetando cerca de 250 novas vítimas por dia. Para Bruno, o impacto psicológico foi tão intenso quanto o físico: “Eu achava que minha vida tinha acabado”, confessa ele, ecoando o sentimento de muitos que enfrentam diagnósticos semelhantes.
No entanto, a determinação de Bruno o levou a buscar alternativas. Ele aceitou participar de um tratamento experimental, abrindo portas para uma recuperação que desafia as expectativas tradicionais da neurologia.
O que é Polilaminina? A Ciência por trás do milagre
A polilaminina é o coração dessa história de recuperação. Desenvolvida no Brasil por pesquisadores renomados, essa terapia combina células-tronco mesenquimais derivadas de cordão umbilical com laminina – uma proteína essencial para o crescimento e reparo de neurônios. A laminina atua como uma “ponte” natural, promovendo a regeneração axonal (reconexão de nervos danificados) e reduzindo inflamações no local da lesão.
Diferente de tratamentos convencionais, que focam em reabilitação passiva, a polilaminina estimula o corpo a se curar por si só. Estudos preliminares, como os conduzidos pela RCrio e colaboradores internacionais, mostram taxas de melhora motora de até 70% em pacientes com lesões medulares crônicas. No caso de Bruno, o tratamento envolveu injeções diretas no local da lesão, seguidas de fisioterapia intensiva.
O processo: desde a coleta de células-tronco até as primeiras sessões de aplicação, passando pela evolução gradual de Bruno – de movimentos limitados a passos independentes. Essa abordagem não é ficção científica; é o resultado de anos de pesquisa em biotecnologia, com ensaios clínicos faseados que priorizam a segurança e a eficácia.
Dra. Karla Menezes, consultora científica da RCrio e neurocientista com doutorado em biologia celular, participou dos estudos e explica no lançamento do projeto: “A polilaminina representa uma ponte entre a pesquisa básica e a aplicação clínica. Estamos não só tratando sintomas, mas restaurando funções perdidas”. Sua presença no evento reforça a colaboração entre academia, indústria e hospitais, essencial para acelerar inovações como essa.
Foto: montagem sobre arquivo Monte Sinai e foto-reprodução
O papel do Hospital Monte Sinai na revolução da Medicina Regenerativa
Localizado em Juiz de Fora, Minas Gerais, o Hospital Monte Sinai não é apenas um centro médico tradicional; é uma referência em inovação e se propõe a tornar-se um hub de excelência em terapias celulares. Seu centro de coleta de células-tronco, em parceria com a RCrio, é fundamental para projetos como o de Bruno.
O hospital apoia iniciativas de medicina regenerativa, investindo em parcerias com instituições como a RCrio. No futuro, a integração de coleta, processamento e aplicação de células-tronco em um ecossistema local, pode reduzir custos e aumentar o acesso a terapias avançadas. Para comunidades como a de Juiz de Fora, isso significa esperança tangível, não mais viagens longas para capitais em busca de tratamentos.
Além disso, o Monte Sinai promove educação e conscientização. Divulgar resultados como este incentivam a doação de cordões umbilicais, que salvam vidas em transplantes e pesquisas. Como destaca a instituição: “Acreditamos na medicina regenerativa como o futuro da saúde, apoiando pesquisas que mudam histórias como a de Bruno”, destaca o diretor de Novos Negócios e Inovação, Dr. Gustavo Ramalho..
Impactos maiores: como essa pesquisa beneficia milhares
A história de Bruno não é isolada. Globalmente, lesões medulares afetam mais de 250 mil pessoas por ano, segundo a OMS, e tratamentos regenerativos como a polilaminina oferecem uma alternativa aos métodos cirúrgicos invasivos ou farmacológicos limitados. No Brasil, onde o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta desafios, iniciativas privadas como a do Monte Sinai complementam o esforço público, democratizando o acesso à inovação.
Pesquisas em andamento, incluindo ensaios clínicos fase II/III, indicam potencial para tratar não só tetraplegia, mas também esclerose múltipla, Parkinson e lesões traumáticas. A coragem de voluntários como Bruno acelera esses estudos, pavimentando o caminho para aprovações regulatórias e terapias acessíveis.
Esperança, Ciência e o próximo passo
A jornada de Bruno Drummond do desespero à mobilidade é um testemunho do poder da ciência colaborativa. Graças à polilaminina e à dedicação de profissionais como Dra. Karla Menezes, vidas estão sendo transformadas. Mas o trabalho continua: mais pesquisas, mais doações e mais conscientização são necessários para tornar essas conquistas rotina.
Se você ou alguém próximo enfrenta desafios semelhantes, considere se informar sobre opções de medicina regenerativa. O Monte Sinai e parceiros como a RCrio estão na linha de frente, conectando inovação, ciência e esperança.
Para mais informações sobre doações de células-tronco ou tratamentos experimentais, visite o site do Hospital Monte Sinai ou entre em contato com a RCrio. Lembre-se: consulte sempre um médico especializado antes de qualquer decisão terapêutica.
Se quiser coletar células-tronco, basta entrar em contato pelo (32) 2104-4567.
Evento realizado no Hospital Monte Sinai reuniu centenas de profissionais de saúde e consolidou discussões sobre cultura de notificação
O 8º Congresso da Zona da Mata de Segurança do Paciente, realizado no dia 28 de novembro de 2025, no Auditório do Centro de Estudos Monte Sinai, superou todas as expectativas e bateu novo recorde de público. O evento consolidou-se como o principal encontro científico da região sobre segurança do paciente, reunindo profissionais de saúde de toda a Zona da Mata mineira.
Parceria de Excelência
A iniciativa conjunta dos Hospitais Monte Sinai e Therezinha de Jesus, em parceria com a Faculdade Suprema, demonstrou mais uma vez o compromisso das instituições com a excelência no atendimento e o avanço das práticas de segurança na região.
Tema Central Gera Reflexões Profundas
O tema “Notificar é Proteger. Silenciar é Repetir!” permeou todas as discussões do evento, gerando reflexões profundas sobre a importância da cultura de notificação nos ambientes de saúde. A abordagem inovadora do tema destacou como a comunicação adequada de eventos adversos é fundamental para a prevenção de incidentes e a garantia da segurança dos pacientes.
Programação científica de alto nível
A abertura oficial, conduzida pelo Dr. Ricardo Campello, Diretor Administrativo do Hospital Monte Sinai, deu o tom científico e inspirador que marcou todo o evento.
Apresentações de destaque:
Período Matutino: A palestra de Allanza Morgana Silva Lopes sobre “Origens da Segurança do Paciente como trabalho de base” ofereceu uma perspectiva histórica e conceitual que fundamentou as discussões posteriores. Liliane Oliveira Carvalho, do Hospital São José Teresópolis, apresentou uma abordagem prática sobre a importância da busca ativa, demonstrando resultados concretos de ações proativas.
Os primeiros cases de sucesso, apresentados por
Dr. Pedro Mathiasi demonstrou a evolução das práticas de higienização das mãos e Letícia Helena Souza (Comunicação Efetiva), trouxeram exemplos práticos e replicáveis que geraram intenso debate, moderado com maestria por Karina Ferraz Pinha, Gerente de Enfermagem do Hospital Monte Sinai.
Período Vespertino: A tarde foi marcada pela apresentação de cinco cases de sucesso que demonstraram a maturidade das práticas de segurança na região:
Isadora Alhadas apresentou estratégias inovadoras para o uso seguro de medicação
Dr. Fernando Paiva compartilhou protocolos de cirurgia segura que têm transformado resultados
Rita de Cássia brilhou na demonstração da importância da Identificação Segura
Fabíola Vieira Pereira apresentou a implementação bem-sucedida da ferramenta Huddle
Kelli Borges dos Santos trouxe evidências científicas sobre prevenção de lesão por pressão
Encerramento inspirador
O encerramento ficou por conta de Luana Rezende Duraes, que apresentou “Notificar é proteger. Silenciar é repetir! – Resultado efetivo das práticas de segurança do paciente”, consolidando o tema central com dados concretos sobre o impacto das práticas de notificação na segurança dos pacientes.
Impacto Regional
O sucesso do 8º Congresso da Zona da Mata de Segurança do Paciente reforça a posição da região como referência em práticas de segurança do paciente. A qualidade das apresentações e a profundidade das discussões evidenciaram o amadurecimento dos profissionais e instituições locais na implementação de protocolos de segurança baseados em evidências científicas.
O evento consolidou-se como marco na discussão sobre segurança do paciente na Zona da Mata mineira, estabelecendo novos padrões de excelência e demonstrando o comprometimento da região com a melhoria contínua da qualidade assistencial.
No dia 27 de novembro, a equipe assistencial e a diretoria do Monte Sinai viveu um momento histórico. Encerrado o processo de avaliação da equipe do Conselho Federal de Enfermagem (COFEN) para a Recertificação do Selo da Qualidade, o time recebeu com imensa alegria a notícia de que a instituição foi recomendada para a recertificação.
Esta conquista reflete um trabalho coletivo, sólido e contínuo, alinhado aos pilares do Manual do Selo da Qualidade COFEN, que avalia rigorosamente aspectos essenciais da assistência de enfermagem, como:
✔️ Segurança do paciente
✔️ Gestão da qualidade
✔️ Processos estruturados de cuidado
✔️ Desenvolvimento de pessoas
✔️ Boas práticas assistenciais e gerenciais
✔️ Integração multiprofissional
Cada critério analisado exige comprovação prática, coerência institucional e compromisso diário com a excelência. E nossa equipe demonstrou exatamente isso: um cuidado que é organizado, ético, baseado em evidências e centrado em pessoas.
“Nada disso seria possível sem a dedicação incansável do nosso grupo de Enfermagem – técnicos, enfermeiros, líderes, gestores e preceptores – que se prepararam, revisaram processos, reforçaram protocolos, qualificaram rotinas e demonstraram, mais uma vez, a força da Enfermagem do Monte Sinai, destaca a gerente de Enfermagem do Hospital Karina Ferraz Pinha. “Também agradecemos profundamente às áreas parceiras, que caminharam conosco em cada etapa. A recertificação não é apenas um reconhecimento da Enfermagem, mas do trabalho integrado de toda a instituição, que entende que qualidade é construída em conjunto”, completa.
O Hospital Monte Sinai celebra não apenas um selo, mas a confirmação de que estamos no caminho certo: oferecendo uma assistência segura, humana e de excelência para nossos pacientes e suas famílias.
Parabéns a todos os envolvidos por essa conquista!
Que venham novos desafios – e novas vitórias!